Cristãos e Judeus Rebeldes

Qual seria a razão para que muitos judeus—até mesmo aqueles que se consideram abertos espiritualmente—serem quase que, militantemente, contra Jesus Cristo? Uma reação semelhante também existe em alguns cristãos que se rebelam e resistem à educação espiritual precoce. Qual seria o motivo dessa resistência?

O Guia: As fortes reações negativas a Jesus Cristo devem ser consideradas a partir de planos muito específicos e bem definidos: o pessoal e o coletivo; o psicológico e o cármico.

Vamos começar com o cristão que sente agora uma forte reação contra Jesus Cristo, que se rebelou contra sua educação e os valores defendidos por seus pais. Muitas vezes, Jesus Cristo é identificado com uma moralidade rígida e uma negação dos sentimentos, da sexualidade, da autonomia, da forte energia que gera agressão positiva e autoafirmação. Cristo é descrito como uma figura mansa, passiva, assexuada, que exige o mesmo tipo de autonegação distorcida de todos aqueles que quiserem seguir Seus passos.

Assim, surge uma combinação muito confusa de percepção, entendimento e consciência. Por um lado, Cristo é descrito como amor, verdade, sabedoria, salvação, bondade e serviço ao Criador e Seu plano. Por outro lado, essa descrição é complementada pela negação, que aniquila a pessoa, dos valores, energias e expressões humanas intrínsecas. Essa é a imagem de massa do cristianismo!

Uma criança não tem condições de desvendar a mistura de verdades e falsidades sobre Jesus Cristo. Assim, ela tem duas opções. Uma alternativa é aceitar a totalidade do que lhe é transmitido. Nesse caso, ela cresce com o conceito tradicional do que é ser cristão. Ela tem medo de seus sentimentos, nega sua sexualidade, contém sua agressão identificada com o mal. Por baixo, todos esses impulsos reinam e são muito ameaçadores para a criança. Ela acredita que peca sempre que percebe sentimentos não permitidos.

Também se revolta, é claro, mas o medo de manifestar essa rebeldia abertamente é forte demais. Dessa forma, também a rebeldia precisa ser reprimida e negada, o que só serve para gerar mais culpa, mais sensação de, no fundo, ser uma pecadora. Esse tipo de pessoa recorre a qualquer tipo de doutrina para reforçar sua negação. Volta-se para seitas que tomam a Bíblia num sentido muito literal e doutrinário. Sente-se segura apenas dentro de uma estrutura rígida, que nega a vida.

A outra alternativa é a criança revoltar-se, aberta e conscientemente, contra essas restrições ao seu ser. Este, naturalmente, é o tipo de “cristão rebelde” com o qual lidamos neste caminho. Pois o “cristão submisso”, a primeira categoria, jamais entraria num caminho como este. Tal atitude seria totalmente contrária às válvulas de segurança que ele criou. A imagem do “cristão rebelde” acarreta a necessidade de reforçar a rebeldia, já que no fundo ele tem algumas dúvidas sobre a justificativa de sua rebeldia.

A verdade é que ele deve negar a negação de seus sentimentos, de sua agressão positiva, de sua sexualidade, de sua autonomia e responsabilidade por si mesmo. Mas, sem dúvida, ele não deve negar a verdade de Jesus Cristo, de Seu amor, Seu poder, Sua presença, e a necessidade de que Ele faça parte de sua vida.

O “cristão submisso” padece da mesma confusão e falsa fusão de verdade e erro. Ele precisaria aprender a fazer exatamente o contrário do que faz o “cristão rebelde”.

Todas as crianças precisam de pais que sejam fortes e corretos. Isto lhes dá a sensação de segurança. Um pai fraco e “errado” não protege contra o mundo ameaçador. O “cristão submisso” também aceita a doutrina de seus pais sem questionar, porque não pode suportar o pensamento de que seus pais possam estar enganados.

Mas como isso se aplica ao “cristão rebelde”? Este encontra segurança na rejeição completa dos valores de seus pais, pelo menos nesse aspecto em particular. Ele cresce com uma sensação de superioridade. Considera sua negação de Cristo uma atitude mais evoluída. Aqui também existe confusão. É de fato “mais evoluído” negar as falsas negações, mas não é mais evoluído negar as verdades que estão juntas. Na consciência de uma pessoa dessas, existe um enorme medo de descobrir que talvez, no fim das contas, seus pais estivessem certos.

A consciência infantil divide as coisas em isso-ou-aquilo.  Quanto mais forte for a confusão interior sobre o que é verdadeiro e o que é falso nas tradições herdadas dos pais, mais forte se torna o medo de descobrir que “eu estava errado, portanto sou mau.” Pode-se ver claramente que o mecanismo é igual ao de toda formação de imagens – e, portanto, da dissolução de imagens. Também se vê claramente que a imagem pessoal é multiplicada muitas vezes, pois existem muitos casos e situações semelhantes. Dessa forma, cria-se uma imagem de massa. A imagem de massa do “cristão rebelde” tem, por detrás, a possibilidade de ser o “cristão submisso” e vice-versa.

O “cristão rebelde” tem medo de que, se mexer na sua imagem, questioná-la e eliminá-la, ele vá se tornar um “cristão submisso”. E o “cristão submisso”, é claro, igualmente tem medo de mexer com sua imagem, pois isso poderia significar tornar-se um “cristão rebelde” que joga fora, juntamente com as falsidades, a bela verdade de Jesus Cristo.

Vamos falar da imagem de massa judia. É preciso começar sempre com uma imagem pessoal que é multiplicada, freqüentemente tantas vezes que se cria uma imagem coletiva. Assim, vamos começar com o sentimento de se sentir ameaçado pela dúvida de Jesus Cristo ser de fato uma manifestação de Deus. De forma semelhante ao “cristão submisso”, o judeu que nega Cristo se sente enormemente ameaçado pela possibilidade de seus pais estarem errados. Se eles estiverem errados a esse respeito, a respeito dessa importantíssima questão sobre a vida, o mundo, Deus, será que eles merecem alguma confiança?

O chão parece desaparecer debaixo dos pés da criança/adulto. Isso se aplica tanto à pessoa que externamente se revolta contra seus pais, discorda deles em muitos assuntos, como também àquelas que aparentemente concordam com eles em quase todas as questões importantes da vida. Assim, em um nível existe um problema pessoal/psicológico em que parte da alma, que não cresceu, não consegue aceitar o fato de os pais estarem errados em qualquer coisa, porque nesse caso eles estariam errados com relação a tudo.

Houve uma época em que os judeus eram os únicos que adoravam o Criador como único Deus e que estavam em contato com Ele e procuravam seguir Seus mandamentos e leis. Esta bela realidade começou a se desintegrar , como é inevitável com a natureza humana, quando o eu inferior entrou em cena. Ele levou o orgulho, a arrogância e a superioridade com relação àqueles que não pertenciam à comunidade e à fé judaica. O pagão era olhado de cima para baixo como um ser inferior, e o judeu via a si mesmo como o aristocrata da família humana.

É evidente por que Jesus Cristo nasceu como judeu. Como Ele era uma manifestação e encarnação do verdadeiro Deus, da verdadeira realidade divina, Ele somente poderia se manifestar entre o povo que adorava a esse Deus, e não aos deuses que muitas vezes eram espíritos de reinos muito subdesenvolvidos, até mesmo espíritos maus (mas não exclusivamente).

Esse enorme dom foi também um teste. Isso também é sempre verdade. Todos os dons são testes, assim como os episódios dolorosos são testes. O teste era Jesus ser reconhecido como quem era. Para tanto, isso exigiria superar o orgulho pessoal, os impulsos de poder, o interesse próprio, o oportunismo em causa própria. Se isso tivesse acontecido, jamais poderia ter sobrevindo uma cisão. Não haveria a divisão judaísmo contra cristianismo. O cristianismo teria sido apenas uma extensão do desenvolvimento do judaísmo, quer fosse dado um novo nome para indicar esse verdadeiro caminho, quer os dois nomes fossem usados para indicar uma combinação e extensão da verdade do passado na verdade do agora eterno.

Como situação coletiva, o teste fracassou. Isso é evidente. O medo de admitir tal fracasso é tão irracional e distorcido quanto o medo da pessoa de aceitar suas imperfeições e sua cegueira. Os judeus que estavam no poder se sentiram ameaçados (injustamente) por Jesus Cristo. A ameaça se referia apenas na medida em que eles queriam negar a verdade divina e a orientação divina. Como os líderes prevaleceram sobre a maioria, apenas uns poucos corajosos se voltaram para Cristo.

A separação foi operacionalizada por aqueles que se recusaram a considerar que Ele poderia de fato ser o Messias prometido, já que não desejavam abdicar de seu poder negativo, que servia a seus próprios interesses. Uma vez ocorrida a separação, mais pagãos deram ouvidos à nova mensagem e a aceitaram. O coração deles ansiava por isso de modo que, com o passar do tempo, havia mais seguidores de Cristo entre os pagãos do que entre os judeus.

A atitude dos pagãos para com os judeus foi, em grande medida, uma resposta à inferioridade que lhes era atribuída pelas pessoas que alegavam serem portadores do amor e da palavra de Deus. Assim, os dois lados se tornaram inimigos.

Uma imagem é uma idéia falsa, uma conclusão errada tirada na infância, com equipamento mental insuficiente para fazer uma avaliação correta. Essa conclusão errada, como todas as inverdades, cria situações, sentimentos e acontecimentos negativos. A não verdade é sempre dolorosa. A defesa contra a conclusão errada gera um padrão negativo de ação e reação que afeta os outros adversamente. O equívoco fica fixado e congelado na substância da alma, porque jamais é questionado ou desafiado. A personalidade reage cegamente, por reflexos condicionados e não em função da verdade adequada àquela ocasião em particular. O efeito negativo gerado nos outros volta necessariamente para a pessoa e parece sempre confirmar o equívoco original, o que parece exigir a defesa, o que gera reações negativas nos outros. E assim continua, infindavelmente. A alma não é livre quando existe uma imagem.

A imagem do “cristão rebelde” é “se eu aceitar Cristo, precisarei abrir mão de minha vitalidade, minha energia vital, minha sexualidade, meu corpo, meu prazer, pois tudo isso é pecaminoso.” Portanto, ele cria uma defesa que deixa Cristo de fora, para afirmar sua sexualidade. Mas deixar Cristo de fora significa deixar de fora uma parte essencial do mundo divino de verdade, amor, beleza e vida. Começa a existir uma divisão e a pessoa vive com sofrimento, dúvida oculta e culpa.  Em vez de liberar suas forças, ela precisa se revoltar. E vocês sabem que a rebeldia nada mais é que uma tentativa irrefletida de calar as vozes interiores.

Assim, ao invés de tornar-se mais forte, ela se torna mais fraca. Pode encobrir essa fraqueza com uma força mascarada que muitas vezes não engana ninguém, muito menos a própria pessoa. Ela se sente um fracasso, uma impostura, e não sabe por quê. De fato, acredita que sua fraqueza decorre do fato de ter sido influenciada, na infância, a aceitar Jesus Cristo, e que agora não conseguiu rejeitá-lo totalmente. Quanto mais rejeitam uma verdade, qualquer verdade, tanto mais se enfraquecem de alguma forma. E a divisão interior se aprofunda. Mais conflitos surgem. Assim, o equívoco de que Cristo significava que vocês precisavam negar as essências vitais gera atitudes e reações que, no fim das contas, parecem confirmar o equívoco original.

A imagem judia é a seguinte: “Se meus pais e ancestrais erraram e mataram não apenas um homem bom, mas um homem que era a manifestação de Deus na terra, eles eram pessoas totalmente más. Jamais podem ser perdoados. Não consigo pensar nessa possibilidade. Preciso negar essa possibilidade para não ser co-responsável.”

Mas Cristo não disse, tantas vezes, que Deus é perdão? Ele não tem sempre misericórdia,  compreensão e amor? Não é essa uma das grandes mensagens que Ele transmitiu – que Deus não pune sem misericórdia e sem perdão, que não é nunca “olho por olho, dente por dente”?

Aqui temos um círculo vicioso: acreditar plenamente na antiga tradição do judaísmo, “olho por olho e dente por dente”, torna impossível a admissão de um pecado. A punição é terrível demais.  Portanto a verdade, mesmo a possibilidade de que Jesus Cristo pudesse ser a verdade, precisa ser negada.

E como essa imagem funciona? O equívoco é que Jesus era um falso profeta, um impostor, que os pagãos (e cristãos) estão mentindo, estão iludidos, são inferiores e ao mesmo tempo algozes, dispostos a aniquilar os judeus. Quanto mais firme é essa crença, tanto mais ódio e discriminação, mais separação e inimizade surgiram na consciência de muitos judeus, criando assim uma imagem de massa. A defesa contra essa crença gerou mais antagonismo e a efetiva perseguição dos judeus. Dessa forma, o equívoco gerou uma defesa que, por sua vez, não poderia deixar de corroborar a aparente verdade do equívoco.

Quanto maior a culpa e, portanto, o medo de sua dor e de sua suposta impossibilidade de perdão, mais forte precisa ser a defesa contra a verdade em questão, relativa ao problema. E tanto mais o coração e a mente precisam ficar fechados, e mais esse fato precisa ser negado, justificado e combatido.

Inevitavelmente, as imagens geram uma alma rígida que os separa do melhor que têm em seu íntimo, da vida com todas as suas possibilidades criativas, de Deus, de amarem e serem capazes de receber e aceitar o amor. As imagens, com sua inverdade, são más e geram o pecado. Elas geram uma guerra na alma, uma guerra na personalidade e, no exterior, com os outros.

Vocês aprenderam, muitas vezes a duras penas, a importância de questionar e desfazer as imagens. Só existe uma maneira de fazer isso. É começar a fazer perguntas muito investigativas. Isso lança nova luz no quadro. Abre portas que até então estavam fechadas. Amolece a substância da alma endurecida. Para desfazer qualquer imagem, é preciso fazer muitas perguntas de todos os ângulos possíveis. A mente precisa estar aberta para olhar a situação e avaliar tudo que possa ser pertinente à questão.

A nova sociedade, da qual vocês são pioneiros, não pode viver com imagens congeladas na substância da alma. Eu digo sempre que este caminho representa a pessoa da nova era.  A sociedade da nova era não conhece judaísmo ou cristianismo como são conhecidos hoje. No entanto, conhece ambos. Tira a verdade de ambos e a desenvolve, depois de filtrada pela consciência que vem evoluindo e se expandindo.

A pessoa da nova era é tão livre que nenhuma palavra é capaz de desencadear reações emocionais, seja essa palavra “judeu” ou “cristão”, “Jesus Cristo” ou “religião”.

Para muitos, a palavra “reencarnação” tem uma conotação semelhante. Vocês não acham particularmente significativo que essa palavra e também o conceito por trás dela deixe de suscitar reações tão fortes quanto a palavra “Jesus Cristo”?

O novo homem e a nova mulher estão isentos de envolvimentos emocionais que bloqueiam a verdade. Não há interesse em sustentar ou negar qualquer coisa. Eles aceitam o que é verdadeiro. Esse compromisso é firme e sempre expresso perante o Criador. Assim, a verdade flui livremente. A pessoa da nova era não está presa a nacionalidade, partido político, raça ou credo. Ela combina todas as verdades e rejeita todos os erros, como eu expliquei na palestra sobre a política da nova era, na qual democracia, comunismo, monarquia e capitalismo são combinados no que cada um tem de verdadeiro no melhor sentido e deixa de fora as inverdades, que geram separação e colocam uns contra os outros.

O mesmo se aplica a qualquer outra expressão humana. Também na religião, a verdade combina e unifica; a inverdade separa. A inverdade e a separação geram o mal, a dissensão, a hostilidade, a guerra exterior e interior, as dualidades que se excluem mutuamente:

Quando você é uma coisa em contraposição a outra, você exagera e portanto não pode ser aquilo no seu melhor sentido. Com a atual agitação em torno de Jesus Cristo, aqueles que sofrem o peso do próprio medo e das imagens de massa a esse respeito muitas vezes, no íntimo, não aceitam suas melhores tradições. Freqüentemente se orgulham de não serem absolutamente voltados para a religião. Assim, suas violentas reações contra a possibilidade da existência de Cristo, se verdadeiramente analisadas, revelam ser uma teimosia arrogante, um falso senso de individualidade.

A verdadeira individualidade não pode nunca estar associada uma consciência de grupo, religião, nacionalidade, partido político. A verdadeira individualidade somente pode florescer quando se busca a verdade de Deus em todas as questões, em todas as ocasiões, para que possa brotar a experiência interior pessoal. As pessoas, nessa acepção verdadeira, vão criar a nova consciência de grupo, que é composto por homens e mulheres livres, para os quais a vontade de Deus reina sobre tudo o mais. Um grupo desse tipo nunca fica em oposição à pessoa mas, como mencionei antes, um fortalece o outro.

A unidade de que estou falando nada tem a ver com “tolerância”. Tolerar implica que ainda existe uma diferença, diferença com relação à qual vocês podem se achar superiores ou não, mas sem dúvida uma diferença. Existem três etapas a esse respeito na evolução da humanidade em relação à unidade versus separação:

(1) separação como inimizade declarada,

(2) tolerância;

(3) união, unidade.

Encontrar essa unidade por baixo da diversidade significa paz, significa amor, significa verdade, significa crescer e atingir a maturidade da humanidade.

Se aplicarmos isso ao tópico de Jesus Cristo, a humanidade já superou a etapa de um matar o outro por ser judeu ou por ser cristão. Quando digo isso, o sentido é que, quando isso acontece, é considerado um crime horrível pela maioria da humanidade, em vez de haver conivência. A atitude predominante da humanidade hoje em dia, pelo menos na superfície, é o judeu tolerar o cristão e vice-versa. Por baixo da superfície, descubram as áreas em que talvez ainda admitam que desejam aniquilar o outro por ser “diferente” e, dessa forma, questionem a sua insegurança em relação à sua espiritualidade e à sua formação religiosa.

As diferenças são exterminadas, vocês descobrem que Jesus jamais foi uma força divisora. Judeus e cristãos, com suas distorções, criaram essa impressão. Jesus Cristo foi uma ponte, uma etapa posterior de amor e verdade que se aplica a toda a humanidade e unifica toda a humanidade. Portanto, a tolerância já não tem espaço nessa nova unidade. Vocês são todos um só em todas as grandes tradições que chegaram à terra e que contêm aspectos da verdade. Combinadas, elas falam mais de uma história completa: a história da criação, a história da humanidade, a história do relacionamento do homem com Deus, a história da presença de Deus na vida do homem.

Acabem com as diferenças superficiais e descubram o grande elo da unidade interior – não pela eliminação Dele, que se transformou em figura controversa, e sim pela eliminação da controvérsia artificial e errônea que é totalmente baseada na limitação humana de visão e na compreensão errônea.

Se alguns judeus se sentem discriminados por causa de Cristo, procurem ver que enviar Cristo para uma encarnação judia foi um grande ato de amor de Deus por seus filhos judeus.

Se alguns cristãos acham que precisam negar suas energias, seu princípio do prazer para aceitarem Cristo, procurem ver de que se trata apenas de uma interpretação errada.

 

(Palestra do Guia Pathwork #247)

Próxima Página

Retornar Para o Indice

Leia as Palestras do Guia do Pathwork em Português
Leia as Palestras do Guia do Pathwork em Português
Leia todas as P&Rs em Inglês no site The Guide Speaks